Acaba onde apareceu
Para olhar por outro ângulo, você precisa formular tudo de novo — e escrever a pergunta certa exige justamente o que você ainda não tem: saber onde está o problema.
Faça uma pergunta em português e a Luminy investiga passo a passo até a resposta, em dashboards com os números exatos da sua própria base. Sem abrir a base para a IA, sem técnico no meio e sem custo por usuário.
Em uso em empresas que faturam mais de R$ 8 bilhões por ano.
“Quero agentes de IA nos meus dados, mas não posso abrir a base para uma IA.”
A TI e o jurídico travam o projeto, por sigilo, LGPD e risco.
A IA monta as consultas e lê só os resultados, nunca os registros. A base continua onde está.
“Cada pergunta nova vira fila na TI.”
O dashboard pronto não responde à próxima pergunta, e o analista vira gargalo.
A pessoa pergunta em português e recebe o gráfico com os números exatos da sua base, pronto para explorar.
“A conta de IA cresce e ninguém sabe o que foi perguntado.”
Cobra-se por token e por usuário, e o uso fica sem controle.
Toda consulta fica registrada. A empresa mede o uso e acompanha suas pessoas perguntando cada vez melhor.
Por isso não adianta pedir relatório para um especialista, nem perguntar para uma IA que responde em texto: os dois exigem que você já saiba o que procurar. O que resolve é um jeito novo de olhar, em que você descobre o que importa enquanto olha. Veja abaixo.
Mude os campos da pergunta, a ordem deles e o tipo de gráfico para produzir um resultado totalmente diferente. Sem nenhum conhecimento técnico. Sem ninguém te ajudando.
A diferença entre perguntar para uma IA e perguntar aqui não está na resposta — está no que dá para fazer com ela depois que ela aparece. Texto você lê. Gráfico você mexe.
Para olhar por outro ângulo, você precisa formular tudo de novo — e escrever a pergunta certa exige justamente o que você ainda não tem: saber onde está o problema.
Pergunta uma vez. Analisa dezenas de ângulos. E é mexendo que você descobre qual ângulo importava — porque na hora de perguntar ninguém sabe.
ERPs, CRMs, sistemas operacionais e fontes externas.
Os dados são reunidos, organizados e preparados.
Cada pergunta vira um relatório, um gráfico ou um parágrafo. E acaba ali.
Roda por cima do que a empresa já tem e lê os dados na origem.
O entendimento deixa de ficar concentrado em poucos especialistas.
As perguntas que valeram a pena viram a sua biblioteca pessoal.
Itens da biblioteca se juntam e formam painéis prontos para consulta.
Você cria o seu próprio motor de consulta, todo baseado nos seus dados.
Sem migração, sem data warehouse novo, sem projeto de seis meses antes da primeira pergunta. A Luminy lê o que já existe, onde já está. O que muda não é a infraestrutura — é quem consegue perguntar.
Conexão direta aos bancos e Data Lakes onde a empresa já reúne os dados de todos os seus sistemas. Nenhuma cópia paralela para manter, nenhum ambiente novo para provisionar, nenhuma fila com o time de dados antes de começar.
Tabelas, campos e métricas são mapeados para as palavras que as pessoas usam de verdade. É por isso que “vendas em 2026” encontra a resposta certa sem que ninguém escreva uma consulta.
A IA entende a pergunta e monta a consulta, mas nunca acessa o banco nem lê registros. Quando investiga, ela vê só os totais das consultas. Seus registros não treinam modelo nenhum e ficam num ambiente que você escolhe — na sua empresa ou num servidor dedicado.
Na Luminy, uma pergunta pode ser, também, uma consulta SQL ou um dado JSON, retornando como gráfico — pronto para explorar, trocar de visualização e ver por outros ângulos, como qualquer outra resposta.
Não é uma ferramenta para o time de dados operar em nome dos outros. Criamos formas diferentes de cada um tirar o máximo da plataforma, de acordo com as necessidades específicas de cada função.
Numa rede de varejo, quem cuida das lojas pergunta direto aos números e recebe a resposta em dashboard. É assim que o entendimento se espalha pela empresa.
O tour roda sobre uma base de demonstração e responde a maior parte das dúvidas sem que você fale com ninguém. Depois disso, a única conversa que interessa é sobre os seus dados.
O tour guiado percorre uma pergunta de verdade: da frase digitada até a grade, os gráficos por linha e o que dá para fazer depois que a resposta já apareceu.
Quem responde é o Marcus, fundador da Luminy. A conversa é sobre onde estão os seus dados, o que dá para responder já na primeira semana e como seria uma prova de conceito na sua operação.